22 outubro 2009
Blogueiro furioso com Rádio Metropole AM
Chega! Os torcedores do Glorioso RIO PRETO ECestão fartos do tratamento de 2ª classe dispensado pela crônica esportiva da cidade ao seu clube do coração.
I
Há décadas os esmeraldinos suportam o ufanismo grandiloquente dedicado ao outro clube de Rio Preto, sem jamais ter exercido o direito à réplica; salvo as broncas do Promessinha e da galera do Jacaré nas gerais do Riopretão em direção às cabines de rádio.
I
Os cronistas tratam o Glorioso e sua torcida como sujeitos fadados ao fracasso. Ignoram seus 90 anos de história e tripudiam sobre a paixão que mantém vivo este clube veterano.
I
Na contramão, os mesmos cronistas encaram o clube fundado por Mário Alves Mendonça como o respresentante "natural" de Rio Preto na elite do futebol paulista. Logo, todas as atenções da crônica - e as paixões também - devem se voltar para o "escolhido".
I
Nada contra este ou aquele jornalista vestir a camisa do outro time da cidade e ir torcer nas arquibancadas do inacabado Templo do Baixo Astral. Azar dele. O problema ocorre quando este comportamento individual se torna prática institucional, comum à todas as emissoras de rádio de Rio Preto.
I
Em dia de dérbi, então, a apologia ao Diabo alcança níveis estratosféricos.
I
No último, ocorrido em 8/3, os cronistas da Rádio Metrópole (1400 AM) passaram do limite. Durante a transmissão supostamente "jornalística", era um tal de "Mecão" pra cá, "Mecão" pra lá, vai "Mecão"..., que tornava letra morta até o mais vagabundo dos manuais de redação.
I
Se houve algum momento em que a disparidade entre os clubes justificava tal tratamento, esse tempo já passou. Juntos, esmeraldinos e rubros comem hoje o mesmo pão. Por que então a crônica esportiva local continua tão desigual?
I
Basta! Nós, torcedores esmeraldinos, exigimos respeito. Não vamos mais ficar inertes diante de tamanha desfaçatez.
I
Não ouviremos mais as transmissões da Rádio Metrópole em repúdio ao comportamento passional e - claro, desigual - de seus profissionais em relação aos 2 clubes de Rio Preto. Também não anunciaremos ou compraremos qualquer produto e/ou serviço veiculado pela rádio.
I
Chamamos todos os esmeraldinos, as torcidas organizadas do Jacaré (Ultras, Fanáticos, Comando Verde, Fúria Verde, Couro Duro, Aligator...) e amigos à fazerem o mesmo.
I
E mais: esperamos que o Poder Público municipal se manifeste e apresente alternativas. A rádio do Município (Educativa), por exemplo, poderia transmitir os jogos dos clubes na cidade, garantindo paridade no trato com as duas torcidas de Rio Preto.
I
Diga não! Metrópole, a rádio do Diabo!
I
Viva o Glorioso RIO PRETO EC!
I
Viva a galera do Jacaré!
I
Salve São José do Rio Preto!
FORÇA "GLORINHA"!
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Há décadas os esmeraldinos suportam o ufanismo grandiloquente dedicado ao outro clube de Rio Preto, sem jamais ter exercido o direito à réplica; salvo as broncas do Promessinha e da galera do Jacaré nas gerais do Riopretão em direção às cabines de rádio.
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Os cronistas tratam o Glorioso e sua torcida como sujeitos fadados ao fracasso. Ignoram seus 90 anos de história e tripudiam sobre a paixão que mantém vivo este clube veterano.
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Na contramão, os mesmos cronistas encaram o clube fundado por Mário Alves Mendonça como o respresentante "natural" de Rio Preto na elite do futebol paulista. Logo, todas as atenções da crônica - e as paixões também - devem se voltar para o "escolhido".
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Nada contra este ou aquele jornalista vestir a camisa do outro time da cidade e ir torcer nas arquibancadas do inacabado Templo do Baixo Astral. Azar dele. O problema ocorre quando este comportamento individual se torna prática institucional, comum à todas as emissoras de rádio de Rio Preto.
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Em dia de dérbi, então, a apologia ao Diabo alcança níveis estratosféricos.
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No último, ocorrido em 8/3, os cronistas da Rádio Metrópole (1400 AM) passaram do limite. Durante a transmissão supostamente "jornalística", era um tal de "Mecão" pra cá, "Mecão" pra lá, vai "Mecão"..., que tornava letra morta até o mais vagabundo dos manuais de redação.
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Se houve algum momento em que a disparidade entre os clubes justificava tal tratamento, esse tempo já passou. Juntos, esmeraldinos e rubros comem hoje o mesmo pão. Por que então a crônica esportiva local continua tão desigual?
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Basta! Nós, torcedores esmeraldinos, exigimos respeito. Não vamos mais ficar inertes diante de tamanha desfaçatez.
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Não ouviremos mais as transmissões da Rádio Metrópole em repúdio ao comportamento passional e - claro, desigual - de seus profissionais em relação aos 2 clubes de Rio Preto. Também não anunciaremos ou compraremos qualquer produto e/ou serviço veiculado pela rádio.
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Chamamos todos os esmeraldinos, as torcidas organizadas do Jacaré (Ultras, Fanáticos, Comando Verde, Fúria Verde, Couro Duro, Aligator...) e amigos à fazerem o mesmo.
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E mais: esperamos que o Poder Público municipal se manifeste e apresente alternativas. A rádio do Município (Educativa), por exemplo, poderia transmitir os jogos dos clubes na cidade, garantindo paridade no trato com as duas torcidas de Rio Preto.
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Diga não! Metrópole, a rádio do Diabo!
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Viva o Glorioso RIO PRETO EC!
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Viva a galera do Jacaré!
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Salve São José do Rio Preto!
FORÇA "GLORINHA"!
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